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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Quem é vivo, sempre... posta.


"...É coisa demais, tipo um diário, sem as partes mais íntimas, claro!"


Quase um ano se passou e tanta coisa mudou desde então. Tantas pessoas saíram, tantas pessoas entraram na minha vida. Gente que eu achava ser insubstituível, se tornou completamente dispensável. Mas não quero começar essa postagem de retorno triunfal falando disso. 
Falando de coisa boa, e tendo em vista que raramente acontecem coisas boas comigo, esse ano finalmente ganhei meu carrinho. Depois de 5 anos com a carteira de motorista a ponto de mofar, ganhei meu Clio. Sim, desacostumei e desaprendi a andar de ônibus, nunca pensei que fosse dizer isso. Mas depois de 10 anos andando todos os dias, em menos de 8 meses desacostumei. Acontece que ter um carro deixa a gente muito mal acostumado. Até pra ir numa padaria a gente prefere ir dirigindo, sério. 
Mas como a vida não é só Iogurte Top Term, claro que passei apertos, perdi oportunidades, dei a cara a tapa, fiz merda, MUITA merda. E o mais engraçado é que, ano após ano, mazela após mazela, a gente sente a sensação de realmente aprender com aquilo, porque por mais que não melhoremos, sabemos que não podemos regredir (ou pensamos que não). E aí que tá o lance da conscientização. Mas como um bom canceriano que faz tudo errado, eu demoro a aprender. Sad, but true.
Eu amo esse blog, de verdade. Ele contém muito da minha história, coisa de 4 anos atrás, desde a morte da minha avó à minha aprovação no vestibular. É coisa demais, tipo um diário, sem as partes mais íntimas, claro! Mas acima disso, é bom ver gente que se identifica com algumas coisas que eu posto, que fala "ah, já passei por isso". Muito bacana ler esse tipo de coisa.
Tentarei, mesmo! Sei que sempre falo isso, mas tentarei levar o blog dessa vez, atualizar sempre que puder (leia-se: quando tiver disposição). Até fanpage no Facebook eu criei, olha só! Se bem que o intuito desse blog é se manter íntimo, para poucos. Gosto da sensação de estar conversando com vocês como se estivesse no chão da sala, comendo Doritos ou tomando um vinho. E escrever me ajuda, é uma terapia da qual eu nunca deveria  me abster.
Atualizarei meu outro blog também, pra aproveitar essa vibe de hiperatividade cultural.
No mais, é isso! Curtam a fanpage e interajam comigo. 
Esse ser humano carente de diálogos e articulações. :)


terça-feira, 20 de setembro de 2011

Peito aberto.


De repente você cai em si. Depois de uma queda grave. Depois de um sonho catastrófico. 
Tudo fica claro... E pra onde foi aquela dúvida? Aquela vontade de ser livre? Aquele desapego pelo seguro? Morreu? Não sei. Mas em mim, se foi.

Tenho pra mim que a liberdade que eu queria, agora virou saudade. 

Me sinto como em poucas vezes me senti, verdadeiro. Não que eu seja falso, mas sempre escondi o que realmente trabalhava na minha mente. Por medo, pra encarar melhor a vida, pra torná-la menos dolorosa.
A questão é que eu não sou quem eu geralmente mostro. É como se algo obscuro tivesse tomado conta de mim e me cegado. Não me reconheço mais. Mas o fato de ter tamanha lucidez sobre essa situação é o que me põe em conflito comigo mesmo. Vivo numa guerra suicida onde não sei qual dos lados morre. Mas no fim acaba sendo eu.

Mas aí... algo surgiu. Uma sensação de amor tão grande a ponto de não querer causar mais dor. Afinal já causei tanta. Mas a vontade de se afastar para proteger se tornou proporcional ao tamanho da vontade de voltar ao início e fazer tudo diferente. Mas aí volto ao medo de cagar tudo e magoar como sempre faço e fico nesse looping eterno. Aí a angústia vai consumindo até o momento de eu ficar totalmente apático à vida e perder o sentido da mesma.

Engraçado como se fica sensível em momentos assim. Assistir a um filme bobo de comédia romântica e relembrar momentos, carinhos, beijos e se pegar chorando no final.
Ser canceriano ajuda nisso, o que torna o quadro ainda pior.
Mas eu entendo o que acontece. Ainda há. E justo agora, eu me encontrei.

Mas não quero causar mais estragos. Não quero mais ser motivo de dor. E sendo assim, seja o que for.


"Não importa o que nos aguarda. Vou lidar com essa surpresa."




Enquanto isso... vou cuidando do meu relicário.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

3 Anos!

Parabéns pro Peculiaridade Exposta!




3 anos...

Vou falar algo bem clichê, mas realmente parece que foi ontem que ele nasceu. Na verdade surgiu da necessidade em unir tudo que acontecia comigo, de venturas à mazelas. E realmente tem MUITA coisa aqui... Lembro que na época tinha cansado do Fotolog, ainda não tinha Twitter, então resolvi criá-lo. Se eu não me engano eu tinha outro, mas não gostava muito do nome... enfim.

Fui negligente porque esqueci do 1º e do 2º aniversário. Isso se deve muito pelo fato de eu sempre demorar um certo período pra postar. E em outros momentos, posto quase todo dia. Uma bipolaridade fodida.

Agradeço à todos que me acompanham por todo esse tempo, a quem me segue desde o começo, a quem chegou agora, aos que comentam, aos que apenas lêem, aos que fuçam... Muito obrigado!

Quero realmente atualizá-lo com freqüência e espero que a minha disposição e a minha criatividade estejam unidas, porque às vezes elas tem umas crises, uma fica sem falar com a outra... um tormento. São mais temperamentais que eu.

Bom, uma ótima quarta-feira à todos. Agora deixa eu ir, que vou tomar meu café da manhã, porque fiquei insone, madruguei e tô com aquela fome digna que qualquer comercial do biotônico Fontoura.

Ah, e esse bolo da foto é uma provocação, né? Já babei umas 3 vezes no teclado... :x

Abraços.

sábado, 12 de março de 2011

Minha vida.

A minha vida não precisa ser necessariamente a minha, mas de outra pessoa na minha, ou a minha em outra pessoa. Nossa vida.

Hoje eu comemoro uma existência, que sem ela a minha pouco importaria.
Eu sei o quão negligente eu fui ao decorrer do tempo, o quão irredutível eu me fiz.

Mas algo bom ressurgiu em mim, até então morto. Em desuso.
Um amor que hoje ultrapassa cada molécula de ar existente no planeta. Que é capaz de me fazer sentir único, necessário.

E a você, dedico toda a minha felicidade, a nossa felicidade.
Porque sem você, nem teria vida, nem felicidade, nem amor.

Eu seria aquela tela em branco ou aquela partitura sem notas.

Um vaso sem forma, abstrato.

Parabéns por existir e trazer cores ao meu mundo, e por fazer dele o melhor que alguém poderia idealizar.



Te amo.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Ei 2010... Já vai tarde!


"Também nem tudo foi desgraça na minha vida em 2010. Mas realmente não consigo lembrar de nada bom que me venha à mente agora..."


Tudo bem que eu tava numa vibe hiper otimista nos meus últimos posts, mas vamos lá...

Bom, estive tentando juntar coisas boas a se lembrar desse ano mas, sinceramente, achei poucas. Contudo, valeram pra não me fazer cair na onda de suicídio que ronda o mundo (drama mode on). 

Já comecei o ano brigando, com uma puta ressaca e perdendo coisas, inclusive a dignidade. rs
Bem, quis acreditar que no decorrer do ano seria diferente, o oposto do réveillon, mas o mesmo foi apenas um prólogo das desventuras em série que estavam por vir. Bati o carro, perdi oportunidades por pura irresponsabilidade. Sofri inúmeras decepções, decepcionei bastante também. Vi que ninguém se importa com meus dramas psicológicos e crises existenciais. Percebi o quanto posso ser desagradável e dispensável. 

Mais ou menos na época de Julho/Agosto sofri de transtornos um tanto bipolares, entrei em depressão e tinha plena consciência da maneira destrutiva com o qual minha vida se desenrolava. Achei que não tinha amigos, parei de falar com alguns, não sabia em quê minha mente podia me transformar.

Percebi também que requer muita força de vontade pra tentar mudar, e que é difícil mudar uma reputação. Porque quando ela chega a prejudicar os outros, te afeta em dobro. Me refiro aos meus atrasos excessivos que me trouxeram uma fama, que mesmo que eu consiga reparar, vai demorar a desaparecer. E se você não tiver o estímulo certo, o encorajamento de alguém, dificulta mais ainda. Mas eu não vou desistir. A persistência divide quarto com a preguiça em mim, e uma está pra se mudar em breve.

Também nem tudo foi desgraça na minha vida em 2010. Mas realmente não consigo lembrar de nada bom que me venha à mente agora... Pensarei por 10 minutos...

(10 minutos depois...)

Bom, pensei e vi que não houveram coisas boas, mas sim compensadoras. Completei datas importantes, comecei a dirigir pra valer, passei no vestibular (1ª fase) e se tudo der certo vou passar na 2ª fase também em Janeiro, gravei comerciais, entrei numa banda, reencontrei amigos queridos, fiz novos e grandes amigos, amei muito, comprei muito, bebi mais ainda... Fui feliz nas pequenas coisas, que pra mim são as mais importantes. 

Mas cá pra nós, dinheiro que é bom... 



Meu desejo pra 2011:

Muito amor, muita compreensão, superação, muita tolerância, muito respeito, muito DINHEIRO (porque eu preciso e MUITO), que eu consiga me manter na academia e conseguir o corpo desejado, que eu passe no vestibular e estude jornalismo, que eu consiga um ótimo emprego, que eu consiga ter uma independência financeira e que consiga mudar minha vida (sair de casa, ter o meu carro), que eu venha realmente mudar meu caráter, minha maneira de ver a vida, e que eu venha a ser mais responsável e mudar essa concepção errônea e generalizada que as pessoas têm ao meu respeito.


E que 2011 venha quicando! 


(Ainda sobre 2010):
Algo extremamente desagradável aconteceu nos últimos meses e de certa forma me fez ainda mais odiar esse ano. Coisas que afetaram a maioria dos meus amigos. Bateu uma revolta generalizada e uma necessidade de justiça comum à todos. Sobre isso, não quero e nem tenho mais o que comentar ou lamentar, mas fica aqui o meu pesar e a vontade de que um dia haja arrependimento e remição, não apenas pela parte afetada, mas também por quem o respeitava e considerava amigo, pois tínhamos um vínculo e, de alguma maneira, isso também nos afetou.
Sem mais.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Chega mais!

Um breve comunicado:

Criei um blog para colocar tudo que eu ouço, assisto e leio. De certa forma tive vontade de compartilhar esses gostos pessoais com vocês.

Compartilhem os seus também.

Entrem no Pipoca, Livros e Fones de Ouvido e comentem, sigam, opinem. Estarei disponibilizando links para download das coisas que curto.

O blog tá novinho ainda, crescendo aos poucos... Mas com a ajuda dos meus leitores fiéis, eu sei que ele será tão bem sucedido quanto o Peculiaridade Exposta.

Um grande abraço e até segunda feira. Hoje eu viajo pra um congresso lá em Natal e tenho ainda muita coisa pra arrumar.

Visitem o outro blog, não esqueçam! ;D

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Esvaziar.


"...às vezes sinto necessidade de fazer tanta coisa ao mesmo tempo, que acabo sem fazer nada..."


Hoje fiquei com vontade de escrever aleatoriamente. Sem sugestões ou temas definidos. Mas não sei sobre o que escrever... apenas sinto vontade de me expressar de alguma forma. Quem sabe no fim da postagem possa ter algum texto com conteúdo, mas não garanto muito.

Quando tudo está confuso demais, pensamentos demais, dilemas demais, saudades demais, vontades demais, o que fazer? Acho que a melhor coisa seria se esvaziar... Mas como? Quanto mais a gente tenta não pensar em algo, mas pensamos naquilo. E como seria esse "esvaziar" tendo em vista que cabeça vazia é fábrica de bobagem? Bom, eu não falo de esvaziar a mente... falo dos problemas, das tensões... E se tudo isso estiver "preso" à mente? Bom, tecnicamente tudo é relacionado à mente. Caso esteja, melhor desvincular. Afaste-se um pouco disso, que a mente esquecerá. E então... você volta ao que era. Ao que se orgulhava em ser. 



Preciso me esvaziar um pouco... às vezes sinto necessidade de fazer tanta coisa ao mesmo tempo, que acabo sem fazer nada. E quando estamos com aquela vontade de fazer algo com a desculpa de tentar melhorar depois? Tipo: "só vou comer esse torta e esse pastel, amanhã eu começo a dieta bem direitinho." E nunca começamos... Sempre deixamos pra depois... Sempre nos ocupamos de coisas que adiam uma verdadeira revolução pessoal. Quando na verdade, poderíamos começá-la hoje, agora. O que é que falta, hein? Coragem? Ânimo? Vergonha na cara? Força de vontade? Tudo isso! Mas pra começar a ser encher de ânimo, coragem, força de vontade... tem que se estar vazio, desatribulado. Eu mesmo, já me prometi fazer isso várias vezes, mas nunca consigo. Não sei o que há. Posso até parecer um hipócrita falando isso, mas vontade de mudar não me falta.

Conseguirei um dia. 
E verei nos meus amigos e pessoas próximas o reflexo da minha mudança. 
Tenho fé.

Bom dia. :)


Erick Dayvison.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Lá de cima.


"Há algo de tão belo e inexplicavelmente fascinante no céu..."

Demorei, mas estou aqui novamente... com um tema sugerido por um amigo. "A influência do universo e dos astros sobre o comportamento das pessoas." Algo que acredito e defendo.  


Sinto uma força e uma segurança me envolvendo quando olho para o céu. Eu particularmente me sinto inspirado pela lua. Eu diria que sou até influenciado por ela. Quando ela está cheia, me sinto mais esperto, mais vivo, mais sexy. Não consigo explicar... ela me rege de alguma forma. Mas não... não sou lobisomem ou coisa do tipo. Nenhuma alteração na pele, apenas no comportamento. O fato de ser canceriano também ajuda bastante: "Humor que oscila como as fases da lua." já costumam dizer... 



Pois bem... vou compartilhar algo com vocês: Quando eu era mais novo, aos 13, 14 anos mais ou menos... Tinha vontade de ser astrônomo, conhecer todas as estrelas, planetas e constelações... meu primeiro livro foi O Pequeno Príncipe. Queria ser igual à ele. Voar na calda de um cometa e conhecer o universo em uma longa viagem. Porém, eu tinha o pé no chão e mesmo indo à biblioteca e lendo vários livros de astronomia, eu sabia que era um sonho meio distante e inviável pra mim. Mas nem por isso deixei de amar e me encantar pelo universo.

Voltando ao tema... eu acredito na conspiração dos astros ao nosso favor. Acredito que há uma força que move as pessoas... que cria situações especiais... que transforma um momento ruim em algo maravilhoso. Obviamente deve-se estar aberto ao otimismo e à vontade de realizar. Caso contrário, não tem universo que dê jeito.

Quem nunca estava entediado e quando olhou pro céu havia um crepúsculo de tirar o fôlego... As nuvens estavam rosadas, num tom delicado de dourado, posicionadas espaçadamente e lembrando um tapete de algodão... Se você nunca presenciou tal momento, ou talvez até tenha presenciado, mas não dado a devida admiração... você nunca vai entender o sentido real desse post. 


Há algo de tão belo e inexplicavelmente fascinante no céu e em tudo que à ele pertence que é estranho entender alguém que nunca o tenha contemplado com tamanho envolvimento e fascínio.

Esse mistério desvenda olhares, intenções, aguça nossa mente para as sutilezas de cada ser humano. 
Nos leva numa onda de sorte, num período de desventuras, em caminhos tortos, situações inusitadas, até que voltamos e paramos no nosso eixo. No nosso conforto. Onde nada mais pode nos atingir. E percebemos que estamos seguros... porque de alguma maneira o universo nos envolve.


Boa noite. :)

Erick Dayvison.



(sugestão de @edvar_soares)



sábado, 4 de setembro de 2010

Sobre amores proibidos.



"...nada é proibido, porém nem tudo lhe convém fazer..."

Recebi uma sugestão de postagem: "Amor Proibido". Pensei durante um tempão em como abordar um tema tão complexo. Até porque nunca tive um amor que eu considerasse "proibido", eram no mínimo impossíveis. Eu, particularmente, penso que nada é proibido, porém nem tudo lhe convém fazer. E atualmente o amor se encontra bem resolvido na minha vida, obrigado. Mas voltando ao assunto...


O que caracteriza essa barreira entre duas pessoas é exatamente a impossibilidade disso acontecer. O que determina se um flerte será bem sucedido ou não é a probabilidade dele dar certo. Ok, isso é meio óbvio... Mas pra ele dar certo alguns fatores obrigatoriamente têm que entrar em ação. E o principal deles é a reciprocidade. Reciprocidade é um fator primordial até mesmo para se fazer amizade. 

Quando falam 'amor proibido' geralmente associamos à 'amor platônico' e temos que ver que isso é outra coisa bem diferente.


Amor proibido é aquele impossível de se realizar, ou pelo menos bizarro demais pra acontecer. E na maioria das vezes é levado pelo desejo. Tipo, se apaixonar pela irmã, pela prima, pela namorada do primo, pela cunhada, pela sogra, por aí...


Já o amor platônico é aquele que nos cega, que dá aquela leve ilusão de esperança. Geralmente acontece por alguém que admiramos. Uma professora, uma atriz, a menina mais bonita do colégio, uma melhor amiga... e que quase sempre NUNCA acaba bem. Você acaba frustrado e desenganado. Claro né? Vamos sonhar, mas com os pés no chão. Se tem uma coisa que acontece muito quando estamos platônicamente apaixonados é esquecermos de quem está a nossa volta. Aquela pessoa que te conhece, te conforta, te anima e que realmente gosta de você. Enquanto a outra nem sabe que você existe e tá cagando pra ti.


Choque de realidade é um bom remédio pra quem sofre disso. Cura rapidinho.

Outra coisa que eu percebo muito por aí, são pessoas convencidas ao extremo. Mas eu chamo isso de insegurança mesmo. De dizer... "sabe fulano? Então menina... tava dando em cima de mim! Assim... ninguém percebeu... mas eu tenho certeza!" Aham, Claúdia... senta lá. 

E as vezes estamos tão desesperados para ter alguém que confundimos um leve gesto de gentileza com uma cantada... aí o caso já é crítico. E é por aí que começa o amor platônico, você acha que a pessoa tá interessada em você quando na verdade, ela está apenas sendo simpática. Sabe aquele "sou legal, não tô de dando mole..." E você vai alimentando aquilo até chegar ao ponto de levar um fora. E a queda é feia viu...
Mas um dia você aprende. Errando, se estrepando, chorando, desacreditando, pode até demorar, mas aprende. Eu aprendi (só que não).
:)


Bom gente, Esse tema foi uma sugestão da minha colega Renata Santana e espero que tenham gostado do texto. Se quiserem me deixar mais sugestões fiquem à vontade.

Meu próximo texto será uma sugestão que o Ed me enviou... "a influência do universo e dos astros sobre o comportamento das pessoas". 

Grande abraço.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Escolha.



"Querendo ou não, somente nós temos o poder de mudar a maneira como nosso dia se processa..."




Vontade de ver o mar, de pedalar, correr na praia. Sinto aquela harmonia no ar. Sinto vontade de viver, ser parte da natureza, registrá-la, senti-la, cantá-la. (Não, isso aqui não é um comercial de Leite Molico.) Um pensamento um tanto fora da realidade, mas não custa nada tornar o meu dia mais agradável por hoje.

E quer saber, torne o seu também... 

Se o seu dia vai ser uma bosta ou não, só depende do que você vai fazer pra transformá-lo. 
Tem gente que odeia a segunda feira, por exemplo, mas gente... se eu quiser que a minha segunda feira seja uma bosta, ela vai ser. Assim como qualquer outro dia. Não é só porque é segunda feira que é obrigado a ser um dia cu. Se eu quiser que seja agradável, será.

Querendo ou não, somente nós temos o poder de mudar a maneira como nosso dia se processa. Se o dia foi um saco, a culpa é inteiramente nossa, porque mesmo que alguém colabore pra isso, você que decidirá como vai encarar, se vai deixar se abater ou vai dar a volta por cima.

Pense nisso...

Bom dia. :)
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